sexta-feira, 28 de maio de 2010

Notícias sobre Espiritismo: 


Acessem o site do filme "Nosso Lar" e assistam ao trailer do filme.


 

Site EGO o Portal de Notícias da Globo
15/05/10 - 11h42 - Atualizado em 15/05/10 - 11h42

Inspirador de filme e novela, o espiritismo atrai famosos na vida real

Raica, Nicette Bruno, Paulo Goulart e Ana Rosa são alguns que seguem a religião.
Luciana Tecidio Do EGO, no Rio
 
O espiritismo está na tela do cinema em “Chico Xavier – o filme”, na novela “Escrito nas Estrelas” da Rede Globo e também na vida de muitos artistas. A religião, que crê na imortalidade do espírito e na evolução da alma, tem cerca de 3 milhões de adeptos no Brasil. Muitos têm no espiritismo a certeza de ser ele o remédio para curar a dor.

A atriz Ana Rosa, que em 1995 perdeu a filha Ana Luisa com 18 anos num atropelamento no Rio, conta que sua dor só não foi maior graças a ajuda do espiritismo. “A religião me deu forças para aguentar aquela prova”, lembra ela. Ana, que no filme sobre Chico Xavier vive uma amiga do médium, reconhece que a fé no espiritismo não elimina a dor da perda, mas muda a forma de enfrenta-la. “A religião nos faz entender que Deus existe e é infinitamente bom e justo. Nada acontece por acaso. A Terra é um planeta de provas e expiações, e estamos aqui de passagem. A verdadeira vida é a do espírito. O espiritismo nos dá a certeza de que os entes queridos que já partiram continuam vivos em alguma dimensão”, acredita Ana. 

Espírita há 26 anos, ou seja, desde que nasceu, a modelo Raica cresceu numa casa de adeptos da religião de Allan Kardec, o pedagogo francês que codificou a doutrina. A top estuda o espiritismo desde criancinha e conta o que aprendeu com ela: “O espiritismo dá o conhecimento necessário para a vida em qualquer época da humanidade. Ele ensina a ter mais confiança na existência divina e saber que nunca estamos sós. Deus emana o seu poder para onde estivermos. Bastar estar conectado com Ele”, diz Raica. 

Família espírita
Unidos pelo amor e também pela religião, o casal Nicette Bruno e Paulo Goulart criou os três filhos - a atriz Beth Goulart, a atriz Bárbara Bruno e o coreógrafo e bailarino Paulo Goulart Filho - sob a ótica espírita. Nicette é uma espírita atuante. Ela coordena o Centro Comunitário da Casa da Fraternidade, uma associação filiada à Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas, em São Paulo. “Espiritismo para nós não é mitologia. Não há dogmas nem milagres advindos de Deus. A priorização do ser humano é a nossa evolução. Acreditamos no processo da reencarnação”, diz Nicette.


22/03/2010 21h24 - Atualizado em 22/03/2010 21h24

A Cura traz mistério que envolve um jovem médico em Minas Gerais

Novo seriado terá um arco dramático envolvendo paciente e sua cura

Em 2010, a Rede Globo exibe o seriado A Cura. O enredo conta a história de um jovem médico do interior de Minas Gerais que é acusado de assassinato por talvez ter causado a morte de um colega de escola. Por outro lado, ele também se descobre capaz de curar pessoas através de cirurgias espirituais.
Além do dilema de assumir ou não esse poder, ele descobre que o médico morto que ele incorpora foi assassinado e sua vida também está ameaçada. Enquanto o mistério se resolve, cada episódio terá um arco dramático próprio envolvendo algum paciente e sua cura.
A Cura é escrito por João Emanuel Carneiro e Marcos Bernstein, com direção-geral e de núcleo de Ricardo Waddington.
Link para acessar o site:




Mensagem de Chico Xavier, psicografia do médium Wagner Gomes da Paixão no 3º Congresso Espírita 

Acessem o link para assistir:





Nelson Xavier e Ângelo Antônio falam sobre espiritismo e suas atuações em ‘Chico Xavier’ no programa Marília Gabriela Entrevista, transmitido pela Rede TV.
20/04/2010   |   13:12
matéria assinada por Marília Gabriela Entrevista

Acessem o link para assistir um trecho da entrevista:

http://gnt.globo.com/Marilia-Gabriela-Entrevista/index.shtml


Leia abaixo uma parte da entrevista: 

  • Neste domingo (25), às 22h, Ângelo Antônio e Nelson Xavierparticipam do “Marília Gabriela Entrevista”. Ambos atuam no filme “Chico Xavier”, lançado no início de abril e já recordista de público: mais de um milhão e 300 mil espectadores assistiram ao longa nos dez primeiros dias de exibição. Ângelo Antônio interpreta o médium na juventude e Nelson Xavier, no período maduro.

    Dirigido por Daniel Filho, o filme foi baseado no livro “As Vidas de Chico Xavier”, de Marcel Souto Maior. A entrevista inicia com Nelson Xavier comentando que interpretar o médium, este mineiro de Uberaba que sempre pautou sua vida no amor ao próximo, mudou definitivamente a sua vida. “Quando recebi o livro há seis anos, com uma linda dedicatória do Marcel, biógrafo de Chico Xavier, fiquei ‘tomado’. Ao longo da minha vida, meus amigos sempre falavam que eu era parecido com ele, e na verdade eu não gostava”, conta Nelson. E continua: “Durante as filmagens, ver os objetos dele  me emocionava muito, eu chorava muito. Foi uma emoção forte”.

    Nelson diz que o ofício de ator não é o mais importante em sua vida, surpreendendo Gabi.  “Na verdade, eu queria ser diretor, cineasta. A vida me levou para a EAD – Escola de Arte Dramática - e estou aqui”.  Marília então questiona o que significa ser ator pra Nelson. Ele faz uma pausa para refletir e responde: “Sem querer ser nostálgico, ser ator na minha época  era querer salvar o mundo. Aquele cara que procurava a verdade”, define. 

    Nelson Xavier revela que tem como hobby escrever poesias. “É um bom contraponto ao trabalho visceral do ator”, diz. Ao ser perguntado sobre sua visão deste momento do cinema nacional, Nelson compara: “Lá se vão quase 50 anos do Cinema Novo. Acho que Paulínia  [o Festival de Cinema] é a prova de que o cinema nacional está se estruturando. Agora a gente tem equipes profissionais por trás das câmeras, gente formada em cinema”, argumenta Nelson.

    Logo no início de sua entrevista, Ângelo conta sobre suas primeiras vivências envolvendo o espiritismo: “Quando eu era pequeno tinha medo dessas coisas de espírito. Me dava arrepios, um medo de criança. Quando comecei a tomar contato com a história do Chico, percebi que ia recuperar aquelas sensações deixadas lá na infância”. Gabi pergunta se algo sobrenatural aconteceu durante as filmagens do filme. O ator narra um acontecimento marcante: “Já estava filmando em  Uberaba e fui passear numa cachoeira que me disseram ser muito bonita. Chegando lá, sentei numa pedra e comecei a ter uma sensação estranha. Era a presença de uma menina que estava bem ao meu lado. A sensação foi ficando mais forte! Logo depois uma senhora veio perto de mim e eu perguntei: ‘estou com um pressentimento que existe uma criança aqui’. E ela me falou: ‘Há algum tempo, uma garota se matou aqui neste mesmo lugar! Fiquei tão impressionado que à noite não conseguia dormir, fiquei muito assustado. Tive que dormir com a luz acesa”.

    Ângelo Antônio coleciona histórias impressionantes, depois de sua vivência em “Chico Xavier”. Certo dia, em Curvelo, sua cidade natal, com sua mãe, viveu uma experiência única: “Peguei um pedaço de papel e comecei a escrever, deixei o fluxo da minha mente fluir... Fui escrevendo coisas. Neste momento chega em casa uma tia e pergunta se nós conhecíamos algum remédio para os males do intestino. Quando olhamos no papel que eu havia acabado de escrever, tinha uma receita com sementes de mamão que é uma velha receita mineira para o intestino”. Gabi pergunta se ele acha que a receita foi psicografada e ele responde:“Chamo isso de sincronicidade”, responde emocionado o ator.

    Frase de Nelson Xavier: “Procure sempre mostrar para todos a alegria, porque é a única coisa que você pode dar de graça”.

    Frase de Ângelo Antônio: “Não importa de que maneira você veja a face da verdade, contanto que a veja”.




Matéria do jornal Folha de São Paulo de 26 de abril de 2010 - Ilustrada.

SUCESSO DO ALÉM - Obras Ligadas ao Espiritismo Aumenta Procura por Centros 
 
Onda de Obras Ligadas ao Espiritismo Aumenta Procura por Centros e Ajuda Espíritas e Simpatizantes a "saírem do armário".
Por Fernanda Mena Laura Mattos, da reportagem local.

O fenômeno de bilheteria do filme "Chico Xavier" e a onda de produções ligadas ao espiritismo, que têm marcado 2010, estão ajudando espíritas brasileiros a "saírem do armário".
"O discurso de reconhecimento da doutrina e de figuras centrais do espiritismo vai ajudar muita gente a assumir que é espírita", avalia Célia Arribas, socióloga e pesquisadora da USP, autora do livro "Afinal, Espiritismo É Religião?" (Alameda Editorial), com lançamento previsto para maio. "Usando uma linguagem figurativa, é possível dizer que eles vão sair do armário."
Para Geraldo Campetti, diretor da Federação Espírita Brasileira (FEB), a difusão da doutrina realizada pelo filme, já visto por mais de 2 milhões de brasileiros, é um marco. "O espiritismo era um, antes de 2010, e será outro, após o final deste ano", analisa.
"Esse impacto fica visível na crescente demanda por informações que, desde a estreia do filme, tem ocorrido nos centros espíritas de todo o país."
Junte-se ao sucesso do filme a novela "Escrito nas Estrelas", da TV Globo, que teve audiência média, nas duas primeiras semanas, superior à de suas antecessoras no horário. Na trama, o protagonista morre e segue o enredo como espírito.
Além disso, até o final do ano, devem ser lançadas uma minissérie na Globo e três filmes em que a vida após a morte ou a mediunidade tem papel principal. Entre eles, chega aos cinemas em setembro o filme "Nosso Lar", baseado em livro homônimo de Chico Xavier, que já vendeu cerca de 2 milhões de exemplares desde sua primeira edição, em 1944.
Ser ou não ser
O sucesso de obras de temática espírita, no entanto, não pode ser explicado apenas com dados de pesquisas demográficas, que apontam existir no país cerca de 4 milhões de espíritas declarados. Segundo estimativa da FEB, somados praticantes e simpatizantes, esse número deve chegar a 23 milhões de brasileiros. Isso porque espiritismo não é uma religião proselitista. Logo, frequentar um centro espírita é diferente de ser espírita.
"Vou a um centro, mas também sou judia", diz Sandra Becher, 30, na saída de uma sessão do filme de Daniel Filho.
Hoje, há cerca de 12 mil centros espíritas no país - número que dobrou na última década. Ainda assim, Luís Eduardo Girão, produtor associado de "Chico Xavier", conta que o filme enfrentou dificuldades de financiamento "porque ainda existe a discriminação".
Herança dos tempos em que praticar espiritismo era crime, como rezava o primeiro Código Penal do Brasil República, de 1890 - cujos efeitos práticos se estenderam até 1945. A saída encontrada pela elite brasileira, que traduziu a obra de Allan Kardec do francês para o português, foi a produção de uma literatura que introduzisse princípios espíritas numa linguagem romanceada, de maior penetração. Afinal, quem é que não quer saber como é a vida após a morte? Foi a popularização da chamada literatura espírita, estandarte das listas de mais vendidos, que abriu caminho para a boa performance do espiritismo no cinema e na TV.
"Este é um mercado que se tornou promissor economicamente", explica Sandra Stoll, autora do livro "Espiritismo à Brasileira" (Edusp). "As produções cinematográficas têm apenas capitalizado um público simpatizante e predisposto, que é enorme."

Centros espíritas são laboratórios de promoção de filmes
Produtores promovem pré-estreias especiais para adeptos da doutrina e estimulam estratégias de divulgação boca a boca.
Pesquisas de opinião com religiosos reorientam roteiros de filmes, em que simpatizantes atuam por trás e diante das câmeras Da reportagem local.
"Bezerra de Menezes - O Diário de Um Espírito", de 2008, se tornou um exemplo clássico de como obras ligadas ao espiritismo podem se tornar fenômeno de público, especialmente se contarem com o boca a boca dos adeptos da religião.
Projeto de um empresário de turismo de Fortaleza, o longa-metragem não investiu em publicidade e foi exibido em apenas 44 salas de cinema no país - lançamentos grandes costumam chegar a mais de 300.
O filme sobre o médico e político cearense do século 19, chamado de "Allan Kardec brasileiro", surpreendeu grandes investidores do cinema ao atingir 505 mil espectadores e ter mais de 41 mil DVDs vendidos.
Espírita, Luís Eduardo Girão não se aventurou no cinema sem antes fazer duas apresentações laboratoriais em grandes eventos ligados à religião: o Fórum Espiritual Mundial, no Brasil, e Congresso Espírita Mundial, na Colômbia.
"Com a reação das pessoas, mudamos completamente o projeto e abandonamos a ideia de docudrama", conta Girão, que criou a produtora Estação Luz Filmes e está filmando outro longa espírita, "As Mães de Chico Xavier", além de ter se tornado investidor e produtor do filme de Daniel Filho.
Diretor-geral da Sony Pictures no Brasil, distribuidora de "Chico Xavier", Rodrigo Saturnino conta que a bilheteria recordista foi também consequência de "um trabalho de divulgação com espíritas, como pré-estreias para dirigentes de entidades e divulgação via internet para os centros".
Silvia Puglia, presidente da Federação Espírita do Estado de São Paulo, conta que houve uma verdadeira corrente entre os centros espíritas para divulgar "Bezerra de Menezes" e "Chico Xavier". Ela foi convidada para uma das pré-estreias do longa de Daniel Filho dirigidas a entidades espíritas.
Estratégia semelhante será usada pelo longa "Nosso Lar", baseado em livro de Chico Xavier e coproduzido pela Fox, a ser lançado em setembro.
"Estamos fazendo um trabalho junto aos centros espíritas. Teremos sessões especiais organizadas por essas entidades. Muitas delas já estão nos procurando e vão nos dar um grande suporte. O boca a boca entre espíritas é muito importante", diz a produtora do filme, Iafa Britz, que tem no currículo os sucessos de bilheteria "Se Eu Fosse Você 1 e 2".
Britz é judia e espírita. Já o diretor, Wagner de Assis, é católico e espírita. "Nós costumamos fazer obras com as quais nos identificamos", conta a produtora.
Esse é também o caso de outro novo diretor de obras espíritas. Tomy Blazic dirigirá "Ninguém É de Ninguém", baseado em livro da autora de best-sellers espíritas Zíbia Gasparetto. "As pessoas têm curiosidade de entender como o outro lado é". Girão completa: "O gênero veio para ficar". Reportagem de Laura Mattos e Fernanda Mena.

Acidente na Globo Torna Ator Espírita
Após acidente na Globo, Carlos Vereza se converteu ao espiritismo.
Intérprete de Bezerra de Menezes no cinema e de um espírito na atual novela das seis da Globo, Carlos Vereza, 69, é espírita desde 1990. À Folha, contou ter procurado um centro espírita após sofrer acidente de trabalho na Globo que o levou a ter labirintite e depressão. Leia entrevista com ele:
O ator Carlos Vereza, 69, recebeu apenas cachê simbólico para interpretar o protagonista do filme "Bezerra de Menezes - O Diário de Um Espírito". Espírita desde 1990, ele também está feliz com o papel do espírito de luz Athael na novela das seis da Globo, "Escrito nas Estrelas". Em entrevista à Folha, o ator contou ter se convertido ao espiritismo após sofrer um acidente de trabalho na Globo.
"Eu não tinha nenhuma religião. Sempre acreditei em Deus, mas esse mundo era distante. Você chega ao espiritismo pelo amor, pela dor ou razão. Eu sofri um acidente de trabalho na Globo, um tiro, um efeito especial mal feito. Colocam pólvora no local e acionaram por um controle remoto. Era um seriado medíocre chamado Delegacia de Mulheres", lembrou.
Vereza conta que seu ouvido interno foi atingido. "Fiquei com labirintite e tive que parar de trabalhar, o que me levou à depressão. Os médicos diziam que não tinha como resolver. Fui internado em várias clínicas. Procurei o centro Frei Luiz, indicado por uma tia católica que me disse que um primo havia sido curado lá de leucemia. Em sete meses, eles me curaram", disse.
Depois disso, Vereza se tornou médium e é voluntário no centro até hoje. Ele acredita que o sucesso do filme "Bezerra de Menezes", visto por mais de meio milhão de pessoas, abriu uma "corrente de obras espiritualistas". "Se está tendo sucesso, e isso é lei de mercado, é porque as pessoas estão precisando. Os produtores fazem pesquisas e começam a perceber que o público precisa de um pouco de paz, de uma respiração".
Sobre a novela, cujo protagonista morre no primeiro capítulo e segue como espírito na trama, Vereza disse que, até onde leu o roteiro, "está absolutamente fiel à doutrina espírita".

Comentário
Ao final, não se aplaude o filme, mas a memória do médium Chico Xavier. Por Nina Lemos, colunista da Folha.
Na entrada da sala, cerca de 200 pessoas esperam agitadas. "Aqui é a fila do Chico Xavier?".
A pergunta é feita a cada cinco minutos. Parece que vamos, de fato, encontrar o famoso médium para pedir um passe, uma carta psicografada. A cena ocorre num domingo no Shopping Frei Caneca, São Paulo.
Grupinhos de senhoras vestindo moletom chegam agitadas. A frequência do shopping, famoso por ser point gay, é alterada graças à magia do espiritismo. Meninos abraçados convivem em harmonia com senhoras em cadeiras de rodas conduzidas por suas filhas. Prova de que Chico Xavier, além de lotar cinemas, produziu o milagre da tolerância. O clima de centro espírita é reforçado pelas conversas na fila. Com ar de expectativa, os cinéfilos-espíritas falam sobre coisas do além. "Você já viu no Youtube a cena da morte dele, é chocante, aparece uma luz", conta às amigas a dona de casa Valéria Pizzutti, 48, kardecista.
As conversas sobre as coisas que acontecem "do lado de lá" contagiam até quem não é espírita de carteirinha. "A gente sempre tem curiosidade sobre as coisas sem explicação, sou meio mística", diz a cabeleireira Josefa dos Santos, 40.
Não estamos entrando para uma exibição comum, mas numa espécie de sessão espírita.
O clima de culto aumenta na sala de cinema lotada. Quando Chico Xavier reza, as pessoas rezam baixinho. Em outros momentos, sussurram músicas religiosas. A plateia vibra em cada cena engraçada. Mas, mais que isso, se acaba de chorar. De verdade. Na cadeira ao lado, uma senhora está aos prantos. Quando o espetáculo acaba, ele é aplaudido entusiasticamente. Não, não estamos aclamando o filme, mas sim Chico Xavier, e a possibilidade de ter explicação para aquelas coisas que acontecem "do outro lado".
"Que coisa mais linda! Falaram que em toda sessão é assim", comenta a vizinha de cadeira com sua amiga.
Na saída, o clima de alegre expectativa muda. Todos estão em silêncio. Respeitosos. Impossível não comparar isso com a saída de uma missa. Ou de um culto em um centro espírita de verdade. Mas, no fundo, não foi isso que aconteceu na sala de cinema do shopping?


 



Fiquem todos com muita paz, saúde e alegria. E que Jesus nos Abençoe!

Por favor, em caso de dúvidas, críticas, sugestões, encaminhem e-mail para: kikagoncalves@gmail.com - Cristina
ou estelo7@yahoo.com.br - Liane 


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